top of page

PSICOLOGIA ANALÍTICA
Análise Junguiana · Jundiaí e Online


O Despertar no Solstício da Alma: Uma Reflexão sobre o Nascimento do Si-mesmo
O Inverno do Ego e a Espera do Espírito Para compreendermos o Natal além da superfície comercial, precisamos descer às cavernas do inconsciente e observar o ritmo da Terra. Estamos diante do Solstício , o momento de maior espetáculo das sombras. Na Antroposofia, a Terra "inspira" suas forças vitais; na Psicologia Analítica, o Ego se vê confrontado com a sua finitude e com a vastidão do Inconsciente Coletivo. O Natal não é uma data no calendário gregoriano, mas um estado d
Raices Instituto
23 de dez. de 20254 min de leitura


A Ilusão do "Melhor do Ano": Uma Crítica Junguiana às Campanhas de Validação Coletiva no Instagram
No final de cada ano, especialmente em dezembro, as redes sociais como o Instagram se transformam em um palco efêmero de premiações improvisadas. Perfis dedicados aos "Melhores do Ano da Cidade X" surgem como cogumelos após a chuva, promovendo listas que abarcam desde psicólogos e médicos até arquitetos, advogados, empresas e comércios locais. O mecanismo é simples e sedutor : profissionais e negócios incentivam seus seguidores a marcarem o @ de seus perfis favoritos em pu
Raices Instituto
12 de dez. de 20256 min de leitura


O mendigo e o rei, a coroa pesada e a liberdade do Ser: Um Diálogo entre Schopenhauer e Jung
A célebre frase de Arthur Schopenhauer, "um mendigo saudável é mais feliz que um rei doente", é um lembrete brutal sobre a natureza da felicidade. Para o filósofo, a nossa existência é movida por uma "Vontade" irracional que gera sofrimento contínuo. Neste cenário, a saúde não é apenas um detalhe, mas o alicerce fundamental da experiência humana. Todos os tesouros, poder e status do "rei" tornam-se irrelevantes se o veículo da nossa consciência — o corpo e a mente — estiver e
Raices Instituto
11 de dez. de 20254 min de leitura


Édipo e o Destino Inexorável: Uma Jornada Arquetípica Rumo à Consciência
Desde os primórdios da civilização, a humanidade tem se debatido com a questão do destino. Somos meros joguetes nas mãos de forças maiores, ou detemos as rédeas de nossa própria existência? Poucos mitos exploram essa tensão com a profundidade e a crueldade do mito de Édipo. Esta narrativa ancestral, que ecoa desde a Grécia Antiga, não é apenas uma história de tragédia e horror, mas um espelho arquetípico que reflete as mais profundas dinâmicas da psique humana, um convite à i
Raices Instituto
24 de nov. de 202514 min de leitura
bottom of page